Ao falar sobre a taxação de produtos primários como forma de recuperar o caixa do Rio Grande do Sul, em entrevista para o Jornal do Comércio, de Porto Alegre, publicada na edição impressa de 13 de agosto, Roberto Robaina (PSOL) argumentou que o setor é um dos que pagam salários mais baixos aos trabalhadores. 

Taís Seibt, do Filtro Fact-checking

Roberto Robaina (PSOL) voltou a falar sobre a taxação de produtos primários como forma de recuperar o caixa do Rio Grande do Sul, em entrevista para o Jornal do Comércio publicada na edição impressa de 13 de agosto. Para ele, os incentivos ao setor agropecuário não se justificam porque este seria o setor que menos emprega na economia. “Esse é o setor que menos emprega na economia e, por sinal, um dos que pagam os salários mais baixos”, disse o candidato. 

Bruno Moraes e Taís Seibt, do Filtro Fact-checking

Representando o PSOL, Roberto Robaina, foi o segundo candidato ao governo do Rio Grande do Sul a responder as perguntas de jornalistas gaúchos no Painel Eleitoral da Associação Riograndense de Imprensa (ARI), no dia 7 de agosto. As conversas com os postulantes ao Palácio Piratini em 2018 seguem até a próxima terça-feira, 14, e são abertas ao público. Checamos três frases do candidato.

Naira Hofmeister, do Filtro Fact-checking

Atualmente exercendo o cargo de vereador em Porto Alegre, Roberto Robaina, do PSOL, disputa a eleição ao governo do Rio Grande do Sul pela terceira vez em sua carreira política. Antes, concorreu em 2006, sendo o primeiro nome a representar o partido, então recém criado, no pleito estadual. Voltou à corrida pelo Piratini em 2014. Nas duas ocasiões terminou a disputa em quinto lugar. Em 2010, tentou uma vaga na Assembleia Legislativa, e em 2012, lançou-se à prefeitura de Porto Alegre, não sendo bem sucedido em ambas.

Por Naira Hofmeister e Taís Seibt — Filtro Fact-checking