Nascido em janeiro de 1961, Amável Amaral completou, em maio, cinco anos como o único morador fixo do complexo cultural alocado nos antigos prédios construídos por José Lutzenberger na rua São Carlos, bairro Floresta, em Porto Alegre. Por trás do jeito simples, uma história se abre, contada pelo seu sotaque baiano, entre rompantes de um riso espontâneo de alegria.

Por Tiago Bianchi

 


 

Enfim, uma boa notícia neste pântano de informações desalentadas que fazem cada vez mais opressivo o cotidiano dos brasileiros: nenhum quartel, nenhum general ousou comemorar a tragédia de 31 de março de 1964, o golpe militar que derrubou o presidente João Goulart e implantou a ditadura militar há 51 anos. O silêncio não foi produto de uma súbita conversão democrática, mas ordem sumária da comandante-suprema das Forças Armadas, a presidente, ex-guerrilheira e ex-torturada Dilma Rousseff.

Por Luiz Cláudio Cunha

Publicado originalmente em Jornal JÁ