O “Perfil do jornalista brasileiro”

O Núcleo de Estudos sobre Transformações no Mundo do Trabalho da Universidade Federal de Santa Catarina (TMT/UFSC) lançou, no dia 6 de maio de 2013, o relatório “Perfil do jornalista brasileiro – Características demográficas, políticas e do trabalho jornalístico em 2012”.

 


A publicação, da editora Insular, apresenta os resultados quantitativos de enquete com 2.731 profissionais, realizada entre setembro e novembro do ano passado pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política (PPGSP), em convênio com a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). O projeto teve o apoio da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) e do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ).

O estudo indica que a categoria tornou-se majoritariamente feminina (64%) e jovem (59% têm até 30 anos). Entre outros dados, o levantamento constata que 98% da categoria tem formação superior e 40% já com pós-graduação. Dos jornalistas, 59,9% recebem até cinco salários mínimos, aproximadamente 50% trabalham mais de oito horas por dia e 27% trabalham em mais de um emprego. A pesquisa aferiu a distribuição dos profissonais por tipo de atividade: os que atuam principalmente na mídia são 55%, os que atuam em assessoria de imprensa ou outras atividades jornalísticas fora da mídia são 40%, e os que atuam como professores são 5%.

Uma síntese dos resultados está disponível aqui.

Você pode adquirir a versão completa aqui.

Perfil do jornalista brasileiro – Características demográficas, políticas e do trabalho jornalístico em 2012

Perfil do jornalista brasileiro - Características demográficas, políticas e do trabalho jornalístico em 2012

Jacques Mick (Coord.)Samuel lima

Formato: 14x 21cm
ISBN: 978-85-7474-672-2
Páginas: 156
Peso: 240g
Ano: 2013
Insular Livros
Capa: Audrey Schmitz Schveitzer

Quantos são os jornalistas brasileiros? Como se dividem em termos de sexo, idade, cor/raça, formação? Em que trabalham e sob que condições? Quanto ganham? Qual a opinião dos trabalhadores sobre a exigência de ensino superior para o exercício da profissão e a criação de um órgão de autorregulamentação? Quantos são sindicalizados, atuam em movimentos sociais ou em partidos políticos?

O Perfil do jornalista brasileiro apresenta respostas a estas questões, colhidas junto a 2.731 profissionais de todas as unidades da federação e também do exterior, em 2012. A pesquisa foi realizada pelo Núcleo de Estudos sobre Trans- formações no Mundo do Trabalho (TMT), do Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política da Universidade Federal de Santa Catarina, com apoio da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) e do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ).

Sobre os autores

Jacques Mick (Coord.)
Jornalista, doutor em Sociologia Política (UFSC), é professor do Departamento de Sociologia e Ciência Política da Universidade Federal de Santa Catarina desde 2009. No Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política, atua no Núcleo de Estudos sobre Transformações no Mundo do Trabalho. Foi diretor da Quorum Comunicação, em Florianópolis, de 1995 a 2009, e professor do curso de jornalismo da Associação Educacional Luterana Bom Jesus/Ielusc, de Joinville, de 2001 a 2009.

Samuel Pantoja Lima 
Graduado em Jornalismo e doutor em Engenharia de Produção pela UFSC, desde 2009 é professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (FA- C/UnB). É colaborador docente do curso de jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (DeJor/UFSC) e pesquisador do Ob- servatório de Ética Jornalística(objETHOS), desde setembro de 2010. Foi professor e coordenador do curso de jornalismo da Associação Educacional Luterana Bom Jesus/Ielusc, de Joinville, de 2000 a 2009.

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