Nossa classificação

A classificação das declarações quanto ao seu grau de veracidade partirá do próprio jornalista que fizer a apuração. O editor dará o aval antes da publicação. Caso haja divergência na classificação, um terceiro jornalista será consultado.

Para conseguirmos categorizar a veracidade das informações checadas com precisão e transparência, contamos com oito etiquetas. Cada uma busca compreender uma situação dentro da subjetividade do conceito da verdade. Não são, portanto, ferramentas que buscam atestar o compromisso com a verdade do autor das declarações, mas, sim, do conteúdo declarado.

As nossas oito etiquetas são as seguintes*:


1) Verdadeiro:
se a declaração
tem sustentação
em fontes
confiáveis.

 


2) Sem contexto:
a declaração
está correta
mas não explica
o contexto.

 


3) Contraditório:

a afirmação
contradiz declarações
anteriores do mesmo autor.

 


4) Discutível:

a conclusão
varia de acordo
com a metodologia
adotada.

 


5) Exagerado:

a afirmação
não usa dados
corretos mas aponta
uma tendência correta
ou um conceito verdadeiro.

 


6) Distorcido:

os dados foram
usados na afirmação
para produzir uma falsa
interpretação da realidade.

 


7) Impossível provar:

não existem
dados confiáveis
– oficiais ou de outras fontes –
que sustentem a afirmação.

 


8) Falso:

a análise
dos dados e de
outras fontes mostra
que a afirmação é falsa.

 

Obs: nossa iniciativa é livremente inspirada no projeto Truco, da Agência Pública de Jornalismo Investigativo. Seguimos a mesma metodologia de classificação das checagens.