Os pais do indiozinho kaingang degolado por um branco na rodoviária de Imbituba, na antevéspera do ano novo, não eram mendigos. Estavam naquela praia vendendo artesanato para melhorar em 2016: “A gente precisava uma geladeira nova e material escolar para a filha mais velha”, conta dona Sônia, a mãe de Vitor, o menino martirizado.

Por Renan Antunes de Oliveira

Publicado originalmente em DCM