Quem somos

 

 

 

Pensamento.org é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, que busca o fortalecimento da democracia e a defesa dos direitos humanos por meio do jornalismo.

Criada em 2012, pelo jornalista Tiago Lobo, como um projeto universitário de uma revista interativa multiplataforma de “reportagens que façam pensar”, a  Pensamento se tornou uma válvula de escape para a publicação de um modelo de jornalismo em baixa na imprensa brasileira.

Referenciada como uma das primeiras revistas para tablets do Brasil, a Pensamento teve três edições e dois encartes especiais, produzidas de forma independente, sem publicidade ou financiamento, e com apoio das empresas brasileiras MagTab e Newex que forneceram tecnologias de publicação gratuitamente.

A revista contou com a participação de jornalistas reconhecidos nacionalmente que acreditaram no projeto como: Geneton Moraes Neto, Luiz Claudio Cunha, Renan Antunes de Oliveira (três vencedores de prêmios Esso de reportagem),Carlos Alberto Di Franco (Professor do Master em Jornalismo da universidade de Navarra), Rodrigo Lopes (Prêmio Internacional de Jornalismo Rei da Espanha).

O trabalho sempre foi feito de forma voluntária como uma plataforma e um meio de exercitar o jornalismo de fôlego, com ênfase nas narrativas humanizadas e pautas focadas em análises e denúncias sobre violações de Direitos Humanos.

Publicamos histórias sobre a tragédia indígena brasileira, estupro coletivo de um soldado dentro de um quartel, pichadores que escalavam prédios de mãos nuas para atos de vandalismo, dois ensaios fotográficos e uma reportagem que abordou a população de rua de uma capital brasileira e buscou entender como uma pessoa sobrevive e opta por permanecer nesta condição. Abordamos, também, o contraste de Florianópolis (SC), uma capital turística cercada de viciados em crack no centro da metrópole. Além de ensaios sobre o ofício do jornalista.

No nosso atual cenário político, e com o movimento da pós-verdade atentando para a informação qualificada, reunimos um grupo de jornalistas obstinados para fundarmos uma ONG sob os valores de “Igualdade, verdade e integridade”, acreditando na função social e no papel transformador do jornalismo.

Missão:

Contar histórias socialmente relevantes com independência editorial pela promoção e defesa dos Direitos Humanos e Democracia.

Visão:

O jornalismo existe para o leitor e é por ele, e para ele, que nos pautamos. O verdadeiro papel do jornalismo é fazer pensar e acreditamos no seu poder transformador.

Valores:

Igualdade, verdade e integridade.

O branco e o preto como contraposição de ideias, esferas de poder, luz e escuridão. O globo branco, ao centro, como um farol surgindo das trevas ao iluminar o símbolo universal dos direitos humanos que acolhe a silhueta do repórter obstinado. O homem da imprensa com seu chapéu, rememorando os anos dourados do jornalismo norte-americano, parado, atento, com bloco em mãos, observando e registrando os fatos como um cão-de-guarda da sociedade.

 

IGUALDADE

O objetivo da Pensamento é contar histórias socialmente relevantes sem distinções políticas, econômicas, religiosas, raciais ou de gênero. Tratamos nossa equipe da mesma forma que tratamos nossos colaboradores, leitores, fontes de notícias, financiadores e figuras polêmicas. Com respeito e dignidade.

INTEGRIDADE

A confiança dos nosso leitores é a base do nosso trabalho e o que fornece sentido para que continuemos contando historias que precisem ser contadas. Por isso, trabalhamos sob os mais altos valores éticos, em respeito e defesa a Declaração Universal dos Direitos Humanos, de forma transparente e íntegra conforme nossa declaração de princípios e nosso “Guia de valores para o jornalismo socialmente relevante”.

VERDADE

Jornalistas falam a verdade e contam histórias reais. Este é um valor fundamental da profissão. Mas nós erramos. Esta é uma verdade sobre o ser humano. Por isso, corrigiremos nossos erros assim que notarmos sua existência, sem esperar que alguém o solicite, de forma clara e honesta. Em espaço visível e de fácil acesso. Não vamos tolerar jornalistas que publiquem mentiras, plágios, ou manipulem informações de forma consciente ou imprudentemente, manipulem imagens, áudios, vídeos ou proponham conteúdos que não atendam ao contrato social da profissão. Em casos de suspeitas um time de verificação de fatos será acionado e, constatando-se a traição aos nossos valores, publicaremos a correção e o jornalista responsável não fará mais parte do nosso quadro de escritores. Também combateremos ferozmente a manipulação da informação pela grande imprensa.